Opinião - Oppenheimer: moral em conflito no campo de batalha

 Por Caroline Franciele

                                  Oppenheimer, foto de divulgação do longo. Créditos: Jb.com



 Falar de cinema em 2023 implica diretamente em dois fatores: o longa da Barbie e o do Oppenheimer, ambos lançados em 20 de julho - será que houve alguma aposta para ver qual bilheteria para ver qual filme vendia mais na estreia? Não é de se descartar. Uma vez que já falamos por aqui da nossa querida boneca loira, vamos falar um pouquinho agora do cientista norte-americano mais polêmico e que recentemente ganhou  espaço nas telinhas.

O longa de Christopher Nolan - Interestelar e Batman: o cavaleiro das trevas- nos mostra ao longa das 03 horas de filme a trajetória de Julius Robert Oppenheimer, renomado físico norte-americano que na década de 1940 teve importante participação no projeto Manhattan, projeto este dos Estados Unidos em parceria com o Reino Unido e Canadá, desenvolvendo as  duas primeiras bombas atômicas utilizadas na Segunda Guerra: Little Boy e Fat Man. Ao serem lançadas em Hiroshima a Nagasaki no Japão, deixaram um saldo de 240 mil mortos.

Com um olhar introspectivo e narrativa não linear que corre em tempo psicológico, somos apresentados a uma esfera de jogos de interesses, índole e nos questionamos sobre valores como caráter, ética e moral.

Com um elenco forte, com Cillian Murphy - o famoso Peak Blinder - Robert Douwney Jr - Homem de ferro- Rami Malek - Bohemian Rhapsody- Florence Pugh- Adoráveis Mulheres - Emily Blunt - O diabo veste Prada - Matr Damon - Gênio Indomável; o filme nos deixará com a mente fervilhando com grandes reflexões, afinal, como Mary Shelley nos mostra em Frankstein, qual o limite da vaidade humana?

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