Rebeca Andrade: de uma família de sete irmãos ao bronze olímpico em 2024
Os olhos saltavam na tela diante de cada salto e acrobacia que dava entre as barras paralelas. Não que eu entenda muito, mas era um espetáculo acrobático de encher os olhos.
Ao vê-la tão altiva e segura de si em seu desempenho magistral, surpreendi-me muito ao notar a sua voz jovial no momento da entrevista. Não que eu a considere pejorativamente "velha", todavia foi encantador ver o desempenho, maturidade e disciplina de uma jovem de apenas 25 anos.
Andrade perdeu o pódio do primeiro lugar para a norte-americana Simone Biles, já considerada uma imortal da modalidade devido às suas numerosas conquistas (30 medalhas em competições mundiais; 23 em ouro e nove em olimpíadas, sendo seis em ouro).
Cabe-se, sem erro, dizer que ficar em segundo lugar perto de tal medalhista mundial é, sem dúvidas, uma honra. Tanto para a sorridente Rebeca quanto para o Brasil. Parabéns à nossa campeã!

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